{"id":849,"date":"2021-11-08T07:00:00","date_gmt":"2021-11-08T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/nucleopaf.com.br\/?p=849"},"modified":"2021-10-24T22:35:27","modified_gmt":"2021-10-25T01:35:27","slug":"capitulo-xxvii-pedi-e-obtereis-itens-5-a-7","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nucleopaf.com.br\/?p=849","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo XXVII\u2013 Pedi e obtereis. itens 5 a 7."},"content":{"rendered":"\n<p>Efic\u00e1cia da prece.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>5.<\/strong>&nbsp;Seja o que for que pe\u00e7ais na prece, crede que o obtereis e concedido vos ser\u00e1 o que pedirdes. (S. MARCOS, 11:24.)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>6.<\/strong>&nbsp;H\u00e1 quem conteste a efic\u00e1cia da prece, com fundamento no princ\u00edpio de que, conhecendo Deus as nossas necessidades, in\u00fatil se torna expor-lhas. E acrescentam os que assim pensam que, achando-se tudo no Universo encadeado por leis eternas, n\u00e3o podem as nossas s\u00faplicas mudar os decretos de Deus. Sem d\u00favida alguma h\u00e1 leis naturais e imut\u00e1veis que n\u00e3o podem ser ab-rogadas ao capricho de cada um; mas, da\u00ed a crer-se que todas as circunst\u00e2ncias da vida est\u00e3o submetidas \u00e0 fatalidade, vai grande dist\u00e2ncia. Se assim fosse, nada mais seria o homem do que instrumento passivo, sem livre-arb\u00edtrio e sem iniciativa. Nessa hip\u00f3tese, s\u00f3 lhe caberia curvar a cabe\u00e7a ao jugo dos acontecimentos, sem cogitar de evit\u00e1-los; n\u00e3o devera ter procurado desviar o raio.<\/p>\n\n\n\n<p>Deus n\u00e3o lhe outorgou a raz\u00e3o e a intelig\u00eancia, para que ele as deixasse sem serventia; a vontade, para n\u00e3o querer; a atividade, para ficar inativo. Sendo livre o homem de agir num sentido ou noutro, seus atos lhe acarretam, e aos demais, conseq\u00fc\u00eancias subordinadas ao que ele faz ou n\u00e3o. H\u00e1, pois, devidos \u00e0 sua iniciativa, sucessos que for\u00e7osamente escapam \u00e0 fatalidade e que n\u00e3o quebram a harmonia das leis universais, do mesmo modo que o avan\u00e7o ou o atraso do ponteiro de um rel\u00f3gio n\u00e3o anula a lei do movimento sobre a qual se funda o mecanismo. Poss\u00edvel \u00e9, portanto, que Deus aceda a certos pedidos, sem perturbar a imutabilidade das leis que regem o conjunto, subordinada sempre essa anu\u00eancia \u00e0 sua vontade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>7.<\/strong>&nbsp;Desta m\u00e1xima: \u201cConcedido vos ser\u00e1 o que quer que pedirdes pela prece\u201d, fora il\u00f3gico deduzir que basta pedir para obter e fora injusto acusar a Provid\u00eancia se n\u00e3o acede a toda s\u00faplica que se lhe fa\u00e7a, uma vez que ela sabe, melhor do que n\u00f3s, o que \u00e9 para nosso bem. \u00c9 como procede um pai criterioso que recusa ao filho o que seja contr\u00e1rio aos seus interesses. Em geral, o homem apenas v\u00ea o presente; ora, se o sofrimento \u00e9 de utilidade para a sua felicidade futura, Deus o deixar\u00e1 sofrer, como o cirurgi\u00e3o deixa que o doente sofra as dores de uma opera\u00e7\u00e3o que lhe trar\u00e1 a cura.<\/p>\n\n\n\n<p>O que Deus lhe conceder\u00e1 sempre, se ele o pedir com confian\u00e7a, \u00e9 a coragem, a paci\u00eancia, a resigna\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m lhe conceder\u00e1 os meios de se tirar por si mesmo das dificuldades, mediante id\u00e9ias que far\u00e1 lhe sugiram os bons Esp\u00edritos, deixando-lhe dessa forma o m\u00e9rito da a\u00e7\u00e3o. Ele assiste os que se ajudam a si mesmos, de conformidade com esta m\u00e1xima: \u201cAjuda-te, que o C\u00e9u te ajudar\u00e1\u201d; n\u00e3o assiste, por\u00e9m, os que tudo esperam de um socorro estranho, sem fazer uso das faculdades que possui. Entretanto, as mais das vezes, o que o homem quer \u00e9 ser socorrido por milagre, sem despender o m\u00ednimo esfor\u00e7o. (Cap. XXV, nos 1 e seguintes.)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ESTUDO A RESPEITO DO TEXTO: Cap\u00edtulo XXVII\u2013 Pedi e obtereis. itens 5 a 7.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPor isso, vos digo: todas as coisas que v\u00f3s pedirdes, orando, crede que as haveis de ter, e que assim vos suceder\u00e3o.\u201d (Marcos, XI: 24)<\/p>\n\n\n\n<p>Devemos aqui ter certo cuidado ao interpretar essas palavras de Jesus, pois n\u00e3o seria l\u00f3gico concluir que basta pedir para obter.<\/p>\n\n\n\n<p>Em primeiro lugar devemos sempre lembrar de que Deus \u00e9 bom e justo, misericordioso, mas como um Pai, sabe o que \u00e9 melhor para N\u00f3s, seus filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes, como fazem as crian\u00e7as, pedimos a Deus coisas que n\u00e3o poder\u00e3o ser concedidas porque poderiam complicar nossa exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Precisamos entender que nossos pedidos ser\u00e3o atendidos conforme a nossa real necessidade e merecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Deus cuida para que n\u00e3o nos falte o necess\u00e1rio e nos atende desde que nossos pedidos n\u00e3o sejam meros caprichos ou futilidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Precisamos entender qual a import\u00e2ncia de orar e porque devemos orar sempre.<\/p>\n\n\n\n<p>Devemos orar quando estamos bem e felizes e n\u00e3o esperar para orar apenas nos momentos de dificuldades ou quando a dor e as afli\u00e7\u00f5es nos atingem.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando oramos, ficamos mais pr\u00f3ximos de Deus e para ter efic\u00e1cia, nossa prece deve brotar do cora\u00e7\u00e3o e muitas vezes nem necessitamos de palavras; basta que busquemos nos ligar a Deus com humildade e buscar o seu amparo.<\/p>\n\n\n\n<p>Orando, nossa alma se eleva e estabelece uma perfeita sintonia com Deus, com quem podemos estabelecer um di\u00e1logo sincero, humilde e fervoroso.<\/p>\n\n\n\n<p>A prece n\u00e3o depende de palavras, nem de lugar, nem de um momento especial. Podemos orar em qualquer lugar, a qualquer momento; em casa, na rua, no \u00f4nibus, no metr\u00f4, no trabalho, pois quando fazemos nosso trabalho com amor, tamb\u00e9m estamos em prece.<\/p>\n\n\n\n<p>Os Esp\u00edritos nos aconselham a orar \u00e0 noite, antes de adormecer e ao acordar, agradecendo por mais um dia de Vida na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos orar a s\u00f3s, em qualquer lugar e a qualquer hora ou com outras pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>A ora\u00e7\u00e3o em conjunto tem a\u00e7\u00e3o mais poderosa, quando todos os que oram se associam de cora\u00e7\u00e3o a um mesmo pensamento e com o mesmo objetivo, orando como verdadeiros irm\u00e3os.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso Jesus disse:<\/p>\n\n\n\n<p>Em qualquer lugar em que se encontrem duas ou tr\u00eas pessoas reunidas em meu nome, eu estarei no meio delas. Mateus, 18:20<\/p>\n\n\n\n<p>A prece \u00e9 um ato de adora\u00e7\u00e3o ao Criador e atrav\u00e9s dela podemos louvar, pedir e agradecer a Deus.<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos louvar a Deus atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o que Jesus nos ensinou, o Pai Nosso; esse pode ser o modo de iniciarmos o di\u00e1logo, se n\u00e3o estamos acostumados a conversar com Deus usando nossas pr\u00f3prias palavras.<\/p>\n\n\n\n<p>Louvamos a Deus quando admiramos a perfei\u00e7\u00e3o da sua Cria\u00e7\u00e3o; basta olhar \u00e0 nossa volta e veremos a Sua grandeza: as \u00e1rvores, as flores, os p\u00e1ssaros, tudo ao nosso redor nos mostra a perfei\u00e7\u00e3o da Cria\u00e7\u00e3o Divina.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o devemos pedir bens materiais a Deus, mas podemos pedir que Deus nos ajude a encontrar um trabalho digno, para que n\u00e3o nos falte e \u00e0 nossa fam\u00edlia o p\u00e3o material, o alimento para manter o nosso corpo sadio, que nos levar\u00e1 \u00e0 conquista dos bens materiais de que necessitamos para uma vida digna na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos e devemos pedir que Deus nos auxilie a adquirir tamb\u00e9m o p\u00e3o espiritual para alimentar o nosso Esp\u00edrito, os bens espirituais, como a paci\u00eancia, a f\u00e9 e a resigna\u00e7\u00e3o, porque estes bens permanecer\u00e3o eternamente conosco e s\u00e3o os \u00fanicos que nem a tra\u00e7a nem a ferrugem consomem.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando estivermos passando por momentos dif\u00edceis, podemos pedir que Deus nos conceda coragem e paci\u00eancia e que Ele nos ajude a sair dessa situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil por nosso pr\u00f3prio esfor\u00e7o, com a ajuda dos Bons Esp\u00edritos e com as id\u00e9ias que eles nos inspiram.<\/p>\n\n\n\n<p>Tomemos um exemplo. Um homem se acha perdido no deserto. A sede o martiriza horrivelmente. Desfalecido, cai por terra. Pede a Deus que o assista, e espera. Nenhum anjo lhe vir\u00e1 dar de beber. Contudo, um bom Esp\u00edrito lhe sugere a id\u00e9ia de levantar-se e tomar um dos caminhos que tem diante de si. Por um movimento maquinal, reunindo todas as for\u00e7as que lhe restam, ele se ergue, caminha e descobre ao longe um regato. Ao divis\u00e1-lo, ganha coragem. Se tem f\u00e9, exclamar\u00e1: \u201cObrigado, meu Deus, pela id\u00e9ia que me inspiraste e pela for\u00e7a que me deste.\u201d Se lhe falta a f\u00e9, exclamar\u00e1: \u201cQue boa id\u00e9ia tive! Que sorte a minha de tomar o caminho da direita, em vez do da esquerda; o acaso, \u00e0s vezes, nos serve admiravelmente! Quanto me felicito pela minha coragem e por n\u00e3o me ter deixado abater!\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, dir\u00e3o, por que o bom Esp\u00edrito n\u00e3o lhe disse claramente: \u201cSegue este caminho, que encontrar\u00e1s o de que necessitas\u201d? Por que n\u00e3o se lhe mostrou para o guiar e sustentar no seu desfalecimento? Dessa maneira t\u00ea-lo-ia convencido da interven\u00e7\u00e3o da Provid\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiramente, para lhe ensinar que cada um deve ajudar-se a si mesmo e fazer uso das suas for\u00e7as. Depois, pela incerteza, Deus p\u00f5e \u00e0 prova a confian\u00e7a que nele deposita a criatura e a submiss\u00e3o desta \u00e0 sua vontade. Aquele homem estava na situa\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a que cai e que, dando com algu\u00e9m, se p\u00f5e a gritar e fica \u00e0 espera de que a venham levantar; se n\u00e3o v\u00ea pessoa alguma, faz esfor\u00e7os e se ergue sozinha.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao orar, nunca podemos nos esquecer de agradecer. Agradecer pela nossa vida, em primeiro lugar; depois, por tudo aquilo que temos; pela nossa fam\u00edlia, pelos nossos amigos, pelo nosso trabalho, que nos ajuda a ter uma vida digna.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora Deus n\u00e3o precise de agradecimentos, ao reconhecermos Sua ajuda, estaremos nos predispondo a continuar recebendo o seu amparo, pois o grande beneficiado pela prece somos n\u00f3s mesmos.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitos pensam que como Deus conhece as nossas necessidades, e que vivemos sob Suas leis s\u00e1bias e justas, a prece se torna desnecess\u00e1ria, o que contraria a ideia expressa por Jesus no texto acima.<\/p>\n\n\n\n<p>Allan Kardec explica que existem leis naturais e imut\u00e1veis. Mas isso n\u00e3o significa que todas as circunst\u00e2ncias da vida estejam submetidas \u00e0 fatalidade. Se assim fosse, o homem seria um instrumento passivo, sem livre-arb\u00edtrio, sem iniciativa, o que tornaria in\u00fateis suas faculdades intelectuais.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre as leis divinas, existem recursos que podem ameniz\u00e1-las, na depend\u00eancia da vontade do homem, como o recurso da prece, que lhe estimula a vontade de fazer o bem, de ligar-se aos Esp\u00edritos bons, pela melhoria dos seus sentimentos, acalma-lhe as emo\u00e7\u00f5es desequilibradas, fortalecendo sua vontade no progresso.<\/p>\n\n\n\n<p>Como o homem tem a liberdade de tomar suas decis\u00f5es, de acordo com sua capacidade de entendimento, seus atos provocam consequ\u00eancias subordinadas a elas. Por isso, \u201ch\u00e1 acontecimentos que escapam, for\u00e7osamente, \u00e0 fatalidade e que nem por isso destroem a harmonia das leis universais.\u201d&nbsp; \u201cDeus pode, pois, atender a certos pedidos sem derrogar a imutabilidade das leis que regem o conjunto, dependendo sempre da Sua vontade.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso Joana de&nbsp; ngelis escreve: \u201cJamais estabele\u00e7as limites \u00e9ticos ao amor de Deus face aos teus acanhados conhecimentos das Leis, porque ser\u00e1 imposs\u00edvel acertares com seguran\u00e7a.\u201d (\u201cFontes de Luz\u201d, de Joanna de&nbsp; ngelis \/ D.P Franco, li\u00e7\u00e3o Consci\u00eancia e Testemunhas)<\/p>\n\n\n\n<p>O que n\u00e3o se pode fazer \u00e9 interpretar essas palavras de Jesus ao p\u00e9 da letra, mas sim no contexto dos seus ensinos, como sempre em todos os seus ensinos.<\/p>\n\n\n\n<p>Deus atende aos pedidos que possam beneficiar os seus filhos, deixando de atender os que possam causar-lhes dificuldades na sua evolu\u00e7\u00e3o, embora eles pensem o contr\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Em geral, o homem, pela sua imaturidade espiritual, s\u00f3 v\u00ea o presente, n\u00e3o percebendo a import\u00e2ncia de determinadas coisas no seu viver para o seu progresso, e Deus que sabe melhor do que ele das suas necessidades, pode n\u00e3o atend\u00ea-lo, no momento, como fazem os pais ao recusarem aos filhos coisas que possam prejudic\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p>O que Deus n\u00e3o recusa nunca \u00e9 o aux\u00edlio dos seus mensageiros no fortalecimento da coragem, da paci\u00eancia, da resigna\u00e7\u00e3o, inspirando-lhe ideias para a resolu\u00e7\u00e3o do problema que o aflige, dando-lhe a possibilidade de vencer as dificuldades, obtendo o m\u00e9rito do seu crescimento espiritual, no ganho de mais experi\u00eancia, de maior fortalecimento, para outros desafios que vir\u00e3o, enquanto o Esp\u00edrito imortal n\u00e3o completar seu desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, quanto mais o homem cresce em espiritualidade, mais aprende a pedir a Deus, o amparo, a prote\u00e7\u00e3o, a sabedoria, o discernimento, n\u00e3o criando solu\u00e7\u00f5es que possam gerar consequ\u00eancias muitas vezes mais graves e mais dolorosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais evolu\u00eddo, ora mais para agradecer o que recebe e pede mais pelos outros do que para si.<\/p>\n\n\n\n<p>Aquele que entende o valor da prece, pede o que lhe falta em qualidades espirituais para vencer as vicissitudes da vida, sem provocar mal a si ou a outros, porque confia no amor, na justi\u00e7a e na miseric\u00f3rdia do Pai.<\/p>\n\n\n\n<p>Compilado por <strong>Toninho Tavares.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Efic\u00e1cia da prece. 5.&nbsp;Seja o que for que pe\u00e7ais na prece, crede que o obtereis e concedido vos ser\u00e1 o que pedirdes. 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